sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

VIVA A JUSTA LUTA D@S TRABALHADORAS/ES da CERÂMICA DE VALADARES! SIGAMOS O SEU EXEMPLO

O S.O.V.(Sindicato de Ofícios Vários) do Porto da AIT-SP – Associação Internacional d@s Trabalhadoras/res–Secção Portuguesa, organização sindical libertária (continuadora da antiga CGT/AIT, proibida em 1933 pelo regime salazarista) e que agora continua a sua acção, por um sindicalismo revolucionário de LUTA DE CLASSES, de APOIO MÚTUO, de ACÇÃO DIRECTA, de AUTOGESTÃO e não de “concertação social” nem com o patronato nem com qualquer governo, independente de qualquer partido, constituído apenas por militantes trabalhadores voluntários  e REJEITANDO  qualquer dependência económica do Estado ou do patronato, vem por este meio saúdar e apoiar a justa luta d@s trabalhadoras/es da CERÂMICA DE VALADARES.
 A ocupação da empresa pel@s trabalhadores/as e o controlo de entradas e saídas de equipamentos e produção, a defesa da SUA empresa – porque a produção são os trabalhadores que a dão, não o patronato ! – a sua luta por aquilo que é não só um direito básico mas também algo do mais legítimo que há, contra todas as troikas, fmi.s e quaisquer governos e patronato, o PAGAMENTO dos SEUS SALÁRIOS,  é um exemplo para os trabalhadores deste país! Não o fazer seria aceitar voltar à escravidão em que se trabalhava apenas por uma malga de má comida e à força do chicote!...

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

18 de Janeiro de 1934 – 18 de Janeiro de 2012

       
 
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 Em 18 de Janeiro de 1934, os trabalhadores portugueses, organizados na antiga CGT - Confederação Geral do Trabalho (anarco-sindicalista) e noutras organizações , levantavam-se num movimento de resistência e protesto contra as novas leis do governo salazarista que pretendia proibir os sindicatos livres, obrigar os trabalhadores a entregarem os haveres das suas organizações ao Estado, proibir qualquer resistência dos trabalhadores contra a exploração capitalista, e obrigá-los a integrarem-se em ditos “sindicatos corporativos” controlados pelas autoridades salazaristas e pelo patronato.
Este movimento, derrotado apesar da atitude heróica dos trabalhadores, saldou-se em fuzilamentos sumários, numerosas prisões, na inauguração do campo de concentração do Tarrafal - onde morreram muitos dos combatentes mais decididos da classe operária - e no reforço da ditadura fascista, que duraria até ao 25 de Abril de 1974.