quarta-feira, 18 de julho de 2012


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365 centros clandestinos de detenção foram abertos na Argentina durante ditadura



10 mil vítimas da Operação Condor foram identificadas na Argentina, diz juiz

Seminário debate Operação Condor no Chile, no Brasil e nos EUA


Estados Unidos podem ter fortalecido a ditadura na América Latina, diz professora


Uruguai não quer saber quem cometeu crimes durante a ditadura, diz jornalista


Agência Câmara de Noticias

segunda-feira, 16 de julho de 2012

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Concentração e marcha de solidariedade com o mineiros espanhóis no Porto em 11 de julho de 2012

Algumas fotos:


Concentração na Praça da Batalha

Intervenção de um mineiro espanhol




Ínicio da Marcha rumo a Sta Catarina


Subida da rua Fernandes Tomás  e entrada na rua  D.JõaoIV

Em frente ao consulado de Espanha no Porto
















Carta  entregue no consulado de Espanha no Porto-11 de Julho 2012 

Considerando:

- a violência exercida pelo governo de Madrid sobre os trabalhadores espanhóis do sector carbonífero, ao denunciar unilateralmente o pacto acordado com os sindicatos em 10 de Maio de 2011, e pretendendo reduzir em 64% os apoios à exploração e à reactivação mineira;

- os efeitos depressivos que uma tal medida iria ter sobre regiões inteiramente dedicadas à mineração de carvão num estado que, contrariamente às recomendações da União Europeia, importa 80% da sua energia;

- a vontade consciente de enganar a opinião publica, apresentando esta política como uma imposição da União Europeia quando se trata apenas de uma medida exclusivamente da responsabilidade do estado espanhol;

- a inacreditável injustiça destes cortes no mesmo momento em que o estado espanhol obriga os seus contribuintes a salvarem outras indústrias arruinadas – a banca tóxica espanhola – com garantias de 100.000 milhões de euros;

- a desproporcionada repressão policial que se tem abatido sobre as manifestações de protesto das comunidades mineiras, utilizando para esse efeito (e como se pode verificar em reportagens jornalísticas insuspeitas), armas ilegais.

As entidades, abaixo identificadas, manifestam por este meio a sua indignação perante os representantes do Estado espanhol em Portugal e a sua solidariedade com os mineiros espanhóis e as suas justíssimas reivindicações:



sovait Porto



Associação sapato 43

http://somostodosmineirosespanhois.org/

Pessoas individuais

Terra Viva AES



Porto, 11 de Julho de 2012









Brutal violencia policial contra la manifestación de los mineros #marchaminera #ResistenciaMinera






La manifestación había partido de la Plaza de Colón, la protagonizaban los mineros que habían venido andando desde Asturias, León y Aragón en protesta por el recorte de ayudas a la minería del carbón aprobado unilaterlamente por el Gobierno español, incumpliendo así los acuerdos firmados por el Ejecutivo anterior en 2006. A los mineros de la "marcha negra" les acompañaban familiares y vecinos de las cuencas mineras desplazados hasta Madrid en 500 autobuses, lo que hizo que la manifestaicón fuera multitudinaria. Carga policial Al llegar al Ministerio de Industria, en el 160 del Paseo de la Castellana, los ánimos se fueron caldeando y mientras intervenían los portavoces sindicales, comenzaron las cargas de los antidisturbios. Sobre las 13h un grupo de mineros intentó traspasar el perímetro de seguridad que la policía habia establecido alrededor de la sede ministerial colocando vallas, ante este intento se produjo la primera carga policial. A partir de ese momento la tensión fue en aumento y al prepararse los antidisturbios armados con escopetas de pelotas de goma, un grupo de mineros respondió lanzándoles todo tipo de objetos. Los enfrentamientos se han saldado con 20 heridos y 5 mineros detenidos. El dispositivo policial desplegado en Madrid ha sido inusitado, hasta el punto de que la sede central del gobernante Partido Popular (PP), situada en la calle Génova, ha estado protegida durante toda la mañana por 11 furgones policiales aunque la manifestación no iba a pasar por esa calle.

terça-feira, 10 de julho de 2012

(11 / 7 - 4ª Feira ) Marcha Solidária com a Luta Mineira

18H na Praça da Batalha, Porto 



O SOV-Porto/AIT-SP em parceria com os organizadores do site http://somostodosmineirosespanhois.org/,
decidiu organizar uma concentração seguida de marcha até ao consulado espanhol no Porto (outros grupos, associações e sindicatos etc estão neste momento a solidarizar-se...).
Esta acção de solidariedade é também uma acção de protesto. Os problemas deles são os nossos. Se alguns internacionalizam a exploração, outros mais, como nós, internacionalizarão a luta pela justiça.
Quarta-feira, dia 11/7/12, os mineiros vindos de vários pontos do estado espanhol, marcharão sobre as ruas de Madrid.
Quarta-feira, dia 11/7/12 concentraremo-nos na praça da Batalha pelas 18h e marcharemos até ao consulado espanhol, a fim de entregar uma carta/mensagem de solidariedade.
Será igualmente entoado o hino mineiro asturiano... esperando nós que tenha eco nos corações portugueses!
A AIT/SP e o SOV do Porto agradecem a divulgação e a participação.

http://somostodosmineirosespanhois.org/
http://metalmadrid.cnt.es/
http://www.cnt.es/search/node/mineros
http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=qE7jHFTB3tk
http://www.youtube.com/watch?v=BeSwrxxBNnk&feature=related
http://www.youtube.com/watch?v=6MwWO-xpjr0
http://www.youtube.com/watch?v=e1TuoLIjk_U&feature=results_main&playnext=1&list=PL1FF057E49E5AD204

terça-feira, 3 de julho de 2012

Para que servem as Forças Armadas? A doença senil do militarismo


Em 2005 divulgámos um texto[i] sobre a (in)utilidade das FA com referência também à sua atuação no terreno, nas últimas décadas Duas entrevistas dadas recentemente pelo general Loureiro dos Santos a propósito da saída de um seu livro, motivou-nos a escrever este texto e com ele agitar o anti-militarismo como área de crítica do sistema capitalista e das suas instituições; área que a frouxa esquerda institucional portuguesa ignora quase em absoluto.



Sumário

1.            Estado, só com forças armadas?
2.            As FA e os vazios de poder
3.            As FA e o perigo espanhol
4.            Os gastos com as FA
5.            A dimensão dos efetivos militares
6.            O papel das FA: fazer face às ameaças externas, evitar a “anarquia” e instrumento de política externa
7.            A participação das FA na “diplomacia económica”
8.            As  FA e a proteção civil
9.            As FA e as intervenções dentro do país
10.       As FA e as ameaças transnacionais
11.       Os gastos dos países europeus com a defesa
12.       Os pesadelos do general curam-se com mais gasto militar
13.       A visão da Europa, da Alemanha e da austeridade
14.       As FA e o serviço cívico
15.       As FA como escola de valores

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Enviado por Grazia.Tanta