segunda-feira, 22 de abril de 2013

Jornadas de Acção da AIT a 29 e 30 de Abril e 1 de Maio

Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) organiza Jornadas de Acção nos dias 29 e 30 de Abril e 1 de Maio. As acções são internacionais e contra as Medidas Capitalistas de Austeridade, a Exploração e a Opressão, focando problemas/conflitos laborais, etc. a nível Global, Regional e Local.
A Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) está convencida de que os trabalhadores devem lutar contra as Medidas Capitalistas de Austeridade, a Exploração e a Opressão através de Acções Directas e da Solidariedade Internacional. As Secções da AIT são geridas pelos próprios trabalhadores e sem "funcionários" pagos, não participam na colaboração de classes e recusam-se a receber subvenções dos capitalistas e do Estado.
O único caminho para a nossa emancipação, como trabalhadores, é assumir o controlo da nossa própria luta: uma luta que é dirigida contra e fora das estruturas colaboracionistas de classe e que, através da Acção Directa e da Solidariedade, enfrente e derrote o Capitalismo e estabeleça o Comunismo Libertário!
Viva a Solidariedade Internacional dos Trabalhadores!
Viva a AIT e o Anarco-sindicalismo!

Oslo, 10 de Abril de 2013
Secretariado da AIT


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Ataque fascista à CNT - AIT de Zamora

                                                                                           

La madrugada del jueves 18 de abril han roto varios cristales de la fachada del local sindical de CNT Zamora. Ya hemos solucionado el problema. Se mantendrán todas las actividades programadas para estos días.                             
A primera hora de la mañana hemos acudido a la sede, donde hemos comprobado los desperfectos de algunos cristales exteriores; según nos informaron los vecinos el ataque se produjo alrededor de las 3 de la mañana.
Como es de esperar, estos fascistas no han mostrado mesura en su ataque a la clase trabajadora, además de romper las cristaleras del local han lanzado piedras contra el cartel contrario al cierre de la empresa Alstom que había sido colocado en la fachada; conflicto laboral en el cual está inmerso el sindicato CNT buscando su solución, pues la compañía pretende cerrar dejando en la calle a 373 trabajadores en todo el estado español (99 en Zamora).

terça-feira, 16 de abril de 2013

AIT- Comunicado Internacional


La multinacional Alston pretende despedir a 373 empleados y clausurar 3 plantas en España.
Llamamiento a la solidaridad internacional.



Alstom es una compañía francesa , líder mundial en  infraestructuras de generación y transmisión de energía y transporte ferroviario. La firma esta dividida en cinco sectores :sistemas turbo generadores, medio ambiente , servicios , transporte e industria naviera. Alstom está presente en unos 100 países del mundo y en España desde 1989 implicados en los sectores de generación y transmisión de energía y transporte ferroviario en todo el país. En 2007 Alstom adquiere la compañía española Ecotecnia Energías Renovables S.L.con la patente tecnológica  y las plantas de producción y se creándose  Alstom wind. Alstom wind en España está formado por  el centro tecnológico global I+D  en Barcelona, la planta de turbinas en  Buñuel (Navarra) , la planta de calderería de construcción de torres en Coreses (Zamora), dos plantas de componentes eléctricos en As Somozas (A Corunha), y el mantenimiento de parques eólicos.
El 26 de Marzo de 2013 Alstom presenta un plan de reestructuración en España que afecta a 373 empleados de todos los centros de producción en Alstom Wind España y al cierre de tres plantas: las dos fábricas en As Somozas  y la de Coreses.
En el mundo, esta compañía tiene multitud de contratos (Brasil, Canadá, Turquía, Finlandia, Argentina, etc...) lo que le reporta multimillonarios beneficios incluso en estos tiempos de crisis económica. Mientras    construye plantas de aerogeneradores nuevas, otras las cierra. Pretenden que  los trabajadores asumamos con resignación ser mercancía de usar y tirar.
Nosotros creemos que la solidaridad entre los trabajadores es la mejor arma que tenemos contra estas multinacionales depredadoras que maltratan y desprecian a los obreros con el único fin del beneficio económico.
Hay que recordar que esta empresa recibe contratos con las administraciones públicas que son pagados con nuestros impuestos, reciben beneficios, réditos y privilegios fiscales y sociales para que implanten sus negocios, pero cuando los vientos del mercado cambian, cierran la caja y se van dejando paro, desindustrialización, emigración y miseria. Alstom presume de ser una multinacional implicada en las aspiraciones sociales, económicas y medio ambientales en las comunidades donde actúa, y piensa dejar en el borde del abismo a una de las provincias más desfavorecidas de Europa y la más desindustrializada de España (Zamora), envejecida por falta de oportunidades para la juventud y que sobrevive gracias a una agricultura y ganadería cada vez más en decadencia.
Transnacionales como Alstom campean a su antojo con el beneplácito de estados y mercados, por eso hay que actuar y dar una respuesta en cualquier lugar del mundo donde esté haciendo negocio y hacer ver que tanto los trabajadores de Alstom como la sociedad en general no aceptamos esta nueva humillación.
Hacemos un llamamiento a la solidaridad internacional para denunciar este  mal endémico provocado por el sistema capitalista, que permite las salvajes desigualdades sociales existentes en el mundo y que esclaviza por un salario a millones de personas para que la clase económica, política, banquera y belicista sigan viviendo con todos sus privilegios.
Es hora de organizarse y construir la sociedad para las personas y no para los mercados y sus beneficiados.
Te pedimos tu apoyo y solidaridad mostrando tu rechazo a los cierres y despidos que Alstom pretende. En cualquier lugar del mundo donde esté Alstom debe encontrar la respuesta de los trabajadores organizados. Ante el ataque global del capitalismo, solidaridad y lucha internacional.



CNT-ait Zamora

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Sugestão de Leitura do Mês :

O folheto agora inserido neste blog, foi publicado pela nossa antiga CGT (Confederação Geral do Trabalho) - não confundir com a atual "CGTP" concertacionista - em 1923. A autoria desta peça teatral é do militante anarquista e anarco-sindicalista Neno Vasco, de Penafiel, falecido em São Romão do Coronado em 1920.
A importância deste folheto não é meramente histórica - embora nos revele como os sindicatos anarcosindicalistas de então, se não limitavam ao "sindicalismo". Com a sua postagem neste nosso blog pretendemos também, além da homenagem ao anarquista Neno Vasco, lembrar que a ideia da GREVE DE INQUILINOS não só não é nova - embora esquecida- mas que é também uma das formas possíveis de reagir na atualidade, frente às vergonhosas e recentes leis das RENDAS e dos DESPEJOS paridas recentemente pelos gatunos de serviço do atual governo. E já agora, este é também um nosso contributo para a recente CAMPANHA PELA HABITAÇÃO iniciada pela AIT/IWA (Internacional), à qual a nossa AIT-SP também aderiu (vide nosso comunicado a propósito, postado mais abaixo neste blog).

zp. -da AIT-SP / SOV-Porto

terça-feira, 9 de abril de 2013

sexta-feira, 22 de março de 2013

AÇÃO INTERNACIONAL DA AIT PELO DIREITO À HABITAÇÃO


 PELA HABITAÇÃO – AUTO-ORGANIZAÇÃO!
 SE A RUA FÔR A NOSSA MORADA, NELA SERÁ O FIM DOS GOVERNANTES!


Não contentes em reduzir o povo à miséria, impor salários miseráveis e aumentar o desemprego (que já ultrapassa o milhão) para  pressionar quem ainda tem trabalho a aceitar as condições mais miseráveis e assim, com os baixos salários atrair a gula e os investimentos dos mais ricos – como aliás o confessa, sem qualquer vergonha, um figurão como o Belmiro…! -  agora é o próprio “direito à habitação” que está a ser posto em causa para centenas de milhar de pessoas, com as recentes leis terroristas deste governo: primeiro a lei de facilitação dos despejos, em 2012 ,e no início de 2013 a nova lei das rendas,  dita “dos arrendamentos urbanos”.

Já não bastavam os aumentos da eletricidade, transformada em artigo de luxo, com os 23% de IVA, já não bastavam os cortes drásticos no Rendimento Social de Inserção (RSI) aos mais necessitados, nem os cortes nas reformas, subsídios de desemprego e diminuição dos salários reais: agora é algo tão básico como a possibilidade de ter um teto, que está em causa  para centenas de milhares de  pessoas, sobretudo as mais idosas e que menos se podem defender.

E no entanto vemos CENTENAS DE PRÉDIOS ABANDONADOS, VAZIOS E ENTAIPADOS, vemos PALACETES e prédios de apartamentos VAZIOS, vemos a ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA (pela mão de algumas ditas IPSS, bem conhecidas) crescer cada vez mais, vemos MAIS GENTE SEM CASA e mais CASAS SEM GENTE!

terça-feira, 12 de março de 2013


Relato da manifestação de 2 de Março no Porto

Éramos muitos desta vez no Porto, muitos mesmo, contabilizou-se 
400.000 nesta cidade, uma manif que demonstrava a força de uma população que já não aguenta mais ficar à rasca, sempre com medo do próximo corte e da próxima medida de austeridade. No meio desse mar de gente formou-se um bloco libertário com malta da AIT/SP e de outros coletivos do Porto, além de indivíduos ligados a esta forma de pensamento e ação. Bandeira vermelha e preta anarco-sindicalista e uma acção teatral onde companheiros disfarçados de "troika" serviam de alvo para centenas de bolinhas de tinta, bolinhas estas que erravam os "alvos" e acabam, "acidentalmente" a acertar os bancos que se encontravam atrás dos mesmos, pura simbologia, ao mesmo tempo ousada, que serviu para mui tos que passavam e aderiam à acção como forma de "colocar pra fora" os problemas de um cotidiano aflito com a "crise". Ao final da manif, quando tudo parecia encaminhado e as pessoas se dirigiam para as suas casas com gosto de "quero mais", a polícia cerca o grupo ligado à acção teatral para pedir-lhes suas identificações, dada a ilegalidade do pedido, as pessoas obviamente se recusaram a identificar-se. A tensão aumenta em volta do cerco da polícia, a população grita, pede para soltar o grupo, tentam entrar no cerco a dizer: "Se eles estão presos então também quero estar", e de repente duas prisões, arbitrárias e sem qualquer razão aparente, incluindo a de um militante do SOV-Porto (AIT/SP). É a gota d'água para quem assistia a tudo indignado. Pessoas invadem o cerco e aos gritos de "Fora daqui, fora daqui" simplesmente expulsam a polícia dali, um acto de coragem e indignação que mostra claramente que os nervos estão à flor da pele e que as coisas começam a mudar.