sexta-feira, 26 de abril de 2013

Jornadas ANTICAPITALISTAS da AIT/ IWA 
Programa :

30 de Abril na Terra Viva!A.E.S, Rua dos Caldeireiros ,213 -Porto (à Cordoaria)
19.30 -Jantar Benefit de solidariedade com o SOV-Porto /AIT-Sp (com marcação prévia até às 15.00 do dia 30 de Abril através do  sovaitporto@gmail.com ou 967694816/ 961449268)
21.00 - Discussão aberta e debate sobre as "Possíveis reivindicações atuais Anarco-sindicalistas


1 de Maio
10.30 -Trilha da Memória Libertária (e do movimento operário) do Porto.
Encontro em frente à porta principal do Instituto de Fotografia, na Cordoaria /Campo dos Mártires da Pátria
15.30-Bancas libertárias e canções operárias libertárias na Praça G. Humberto Delgado(junto à C.Municipal Porto)
17.00-Performance contra a Gatunagem Governamental e Patronal

Comunicado do SOV-PORTO /AIT-SP


“25 DE ABRIL SEMPRE - FASCISMO NUNCA MAIS!”...
  CAPITAL e ESTADO também NÃO…
  NENHUM PASSO ATRÁS NOS DIREITOS CONQUISTADOS!

Muitos e muitas resistentes do passado, de ideais e sonhos diferentes, sofreram no corpo e na mente a opressão e a brutalidade do fascismo-salazarista – como de resto a dos vários fascismos que esmagaram os povos entre os anos 20 e os anos 40 do século 20– e para os povos português, espanhol, grego, brasileiro, africano  e muitos outros, até muito mais tarde.
Mas então porque é que hoje, 25 de Abril de 2013, aqui e agora, será tão importante afinal mantermos viva a memória dos e das ANARQUISTAS e ANARCO-SINDICALISTAS perseguidos, presos , torturados e mortos pelo fascismo-salazarista?... Porque é que a sua memória continua, em grande parte, a ser BRANQUEADA pelos historiadores do Poder de todas as cores ou quando muito continuam a ser hipocritamente lembrados como anarquistas MORTOS, como algo morto e enterrado e não  como uma ALTERNATIVA VIVA do presente?!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Jornadas de Acção da AIT a 29 e 30 de Abril e 1 de Maio

Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) organiza Jornadas de Acção nos dias 29 e 30 de Abril e 1 de Maio. As acções são internacionais e contra as Medidas Capitalistas de Austeridade, a Exploração e a Opressão, focando problemas/conflitos laborais, etc. a nível Global, Regional e Local.
A Associação Internacional dos Trabalhadores (AIT) está convencida de que os trabalhadores devem lutar contra as Medidas Capitalistas de Austeridade, a Exploração e a Opressão através de Acções Directas e da Solidariedade Internacional. As Secções da AIT são geridas pelos próprios trabalhadores e sem "funcionários" pagos, não participam na colaboração de classes e recusam-se a receber subvenções dos capitalistas e do Estado.
O único caminho para a nossa emancipação, como trabalhadores, é assumir o controlo da nossa própria luta: uma luta que é dirigida contra e fora das estruturas colaboracionistas de classe e que, através da Acção Directa e da Solidariedade, enfrente e derrote o Capitalismo e estabeleça o Comunismo Libertário!
Viva a Solidariedade Internacional dos Trabalhadores!
Viva a AIT e o Anarco-sindicalismo!

Oslo, 10 de Abril de 2013
Secretariado da AIT


quinta-feira, 18 de abril de 2013

Ataque fascista à CNT - AIT de Zamora

                                                                                           

La madrugada del jueves 18 de abril han roto varios cristales de la fachada del local sindical de CNT Zamora. Ya hemos solucionado el problema. Se mantendrán todas las actividades programadas para estos días.                             
A primera hora de la mañana hemos acudido a la sede, donde hemos comprobado los desperfectos de algunos cristales exteriores; según nos informaron los vecinos el ataque se produjo alrededor de las 3 de la mañana.
Como es de esperar, estos fascistas no han mostrado mesura en su ataque a la clase trabajadora, además de romper las cristaleras del local han lanzado piedras contra el cartel contrario al cierre de la empresa Alstom que había sido colocado en la fachada; conflicto laboral en el cual está inmerso el sindicato CNT buscando su solución, pues la compañía pretende cerrar dejando en la calle a 373 trabajadores en todo el estado español (99 en Zamora).

terça-feira, 16 de abril de 2013

AIT- Comunicado Internacional


La multinacional Alston pretende despedir a 373 empleados y clausurar 3 plantas en España.
Llamamiento a la solidaridad internacional.



Alstom es una compañía francesa , líder mundial en  infraestructuras de generación y transmisión de energía y transporte ferroviario. La firma esta dividida en cinco sectores :sistemas turbo generadores, medio ambiente , servicios , transporte e industria naviera. Alstom está presente en unos 100 países del mundo y en España desde 1989 implicados en los sectores de generación y transmisión de energía y transporte ferroviario en todo el país. En 2007 Alstom adquiere la compañía española Ecotecnia Energías Renovables S.L.con la patente tecnológica  y las plantas de producción y se creándose  Alstom wind. Alstom wind en España está formado por  el centro tecnológico global I+D  en Barcelona, la planta de turbinas en  Buñuel (Navarra) , la planta de calderería de construcción de torres en Coreses (Zamora), dos plantas de componentes eléctricos en As Somozas (A Corunha), y el mantenimiento de parques eólicos.
El 26 de Marzo de 2013 Alstom presenta un plan de reestructuración en España que afecta a 373 empleados de todos los centros de producción en Alstom Wind España y al cierre de tres plantas: las dos fábricas en As Somozas  y la de Coreses.
En el mundo, esta compañía tiene multitud de contratos (Brasil, Canadá, Turquía, Finlandia, Argentina, etc...) lo que le reporta multimillonarios beneficios incluso en estos tiempos de crisis económica. Mientras    construye plantas de aerogeneradores nuevas, otras las cierra. Pretenden que  los trabajadores asumamos con resignación ser mercancía de usar y tirar.
Nosotros creemos que la solidaridad entre los trabajadores es la mejor arma que tenemos contra estas multinacionales depredadoras que maltratan y desprecian a los obreros con el único fin del beneficio económico.
Hay que recordar que esta empresa recibe contratos con las administraciones públicas que son pagados con nuestros impuestos, reciben beneficios, réditos y privilegios fiscales y sociales para que implanten sus negocios, pero cuando los vientos del mercado cambian, cierran la caja y se van dejando paro, desindustrialización, emigración y miseria. Alstom presume de ser una multinacional implicada en las aspiraciones sociales, económicas y medio ambientales en las comunidades donde actúa, y piensa dejar en el borde del abismo a una de las provincias más desfavorecidas de Europa y la más desindustrializada de España (Zamora), envejecida por falta de oportunidades para la juventud y que sobrevive gracias a una agricultura y ganadería cada vez más en decadencia.
Transnacionales como Alstom campean a su antojo con el beneplácito de estados y mercados, por eso hay que actuar y dar una respuesta en cualquier lugar del mundo donde esté haciendo negocio y hacer ver que tanto los trabajadores de Alstom como la sociedad en general no aceptamos esta nueva humillación.
Hacemos un llamamiento a la solidaridad internacional para denunciar este  mal endémico provocado por el sistema capitalista, que permite las salvajes desigualdades sociales existentes en el mundo y que esclaviza por un salario a millones de personas para que la clase económica, política, banquera y belicista sigan viviendo con todos sus privilegios.
Es hora de organizarse y construir la sociedad para las personas y no para los mercados y sus beneficiados.
Te pedimos tu apoyo y solidaridad mostrando tu rechazo a los cierres y despidos que Alstom pretende. En cualquier lugar del mundo donde esté Alstom debe encontrar la respuesta de los trabajadores organizados. Ante el ataque global del capitalismo, solidaridad y lucha internacional.



CNT-ait Zamora

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Sugestão de Leitura do Mês :

O folheto agora inserido neste blog, foi publicado pela nossa antiga CGT (Confederação Geral do Trabalho) - não confundir com a atual "CGTP" concertacionista - em 1923. A autoria desta peça teatral é do militante anarquista e anarco-sindicalista Neno Vasco, de Penafiel, falecido em São Romão do Coronado em 1920.
A importância deste folheto não é meramente histórica - embora nos revele como os sindicatos anarcosindicalistas de então, se não limitavam ao "sindicalismo". Com a sua postagem neste nosso blog pretendemos também, além da homenagem ao anarquista Neno Vasco, lembrar que a ideia da GREVE DE INQUILINOS não só não é nova - embora esquecida- mas que é também uma das formas possíveis de reagir na atualidade, frente às vergonhosas e recentes leis das RENDAS e dos DESPEJOS paridas recentemente pelos gatunos de serviço do atual governo. E já agora, este é também um nosso contributo para a recente CAMPANHA PELA HABITAÇÃO iniciada pela AIT/IWA (Internacional), à qual a nossa AIT-SP também aderiu (vide nosso comunicado a propósito, postado mais abaixo neste blog).

zp. -da AIT-SP / SOV-Porto