Nas eleições europeias de 25 de Maio :
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Conferência de marketing em Lisboa interrompida em solidariedade com os trabalhadores da Mediapost despedidos
Membros da AIT-SP invadiram hoje o auditório do Estádio de Alvalade em Lisboa e interromperam a conferência “Direct & Digital Marketing”, organizada pela multinacional de publicidade e marketing Mediapost, do grupo La Poste.
Esta acção teve por finalidade protestar contra o despedimento de 14 trabalhadores em Barakaldo (País Basco), entre os quais vários delegados sindicais da Confederação Nacional do Trabalho, numa clara tentativa de reprimir quem tem contestado as acções da empresa, que tenta obrigar os trabalhadores a aceitar reduções salariais ou de horário, sob ameaça de despedimento.
Foram gritadas palavras de solidariedade com os trabalhadores despedidos e foi exibida uma faixa com a frase “Mediapost explora, persegue, despede”. Na sala estavam presentes vários figurões do marketing nacional e internacional e o director geral da Mediapost em Portugal.
Publicado por AIT-SP Núcleo de Lisboa
Membros da AIT-SP invadiram hoje o auditório do Estádio de Alvalade em Lisboa e interromperam a conferência “Direct & Digital Marketing”, organizada pela multinacional de publicidade e marketing Mediapost, do grupo La Poste.
Esta acção teve por finalidade protestar contra o despedimento de 14 trabalhadores em Barakaldo (País Basco), entre os quais vários delegados sindicais da Confederação Nacional do Trabalho, numa clara tentativa de reprimir quem tem contestado as acções da empresa, que tenta obrigar os trabalhadores a aceitar reduções salariais ou de horário, sob ameaça de despedimento.
Foram gritadas palavras de solidariedade com os trabalhadores despedidos e foi exibida uma faixa com a frase “Mediapost explora, persegue, despede”. Na sala estavam presentes vários figurões do marketing nacional e internacional e o director geral da Mediapost em Portugal.
Publicado por AIT-SP Núcleo de Lisboa
terça-feira, 6 de maio de 2014
Comunicado do Secretariado da AIT / IWA
Salutación del
Primero de May 2014
Submitted by Secretariat on Wed, 04/30/2014 -
20:16
Ya que, en todo el mundo, las personas se ven empujadas
hacia condiciones de trabajo cada vez más precarias, ya que los logros de
décadas de lucha de la clase trabajadora están siendo objeto de ataque y puesto
que cantidades, cada día en aumento, de personas trabajadoras se ven obligadas
a sobrevivir en condiciones de pobreza, es de extrema urgencia organizarse y
movilizarse contra la explotación que estamos sufriendo.
En el Primero de Mayo, los trabajadores de todo el planeta
celebran el día internacional del trabajo, conmemorando las huelgas de Chicago
en 1886 y el martirio de los organizadores obreros anarquistas cuyas vidas
fueron arrebatadas injustamente por el estado, asesinados por su actividad en
el movimiento obrero. Como nuestros predecesores, continuamos luchando con
determinación, no solamente por victorias específicas de la clase obrera, sino
también a favor de la auto organización y emancipación y por la transformación
de la sociedad en un mundo de iguales.
La Asociación Internacional de los Trabajadores envía sus
salutaciones a la gente trabajadora en este día. Nuestras Secciones miembro
estarán en las calles de muchos países y os invitamos a uniros a nuestras
protestas. Pero salir a protestar simplemente no basta. Debemos construir
activamente una resistencia al capitalismo y a todas las formas de explotación
con una nueva urgencia.
El capitalista es capaz de utilizar con eficiencia los
diferentes segmentos de la clase trabajadora, unos contra otros, ya que intenta
aumentar sus beneficios, eliminando los mejores empleos en favor de otros con
menos salario y más precarios, siempre explotando a los más desesperados por
sobrevivir. Esto está ocurriendo a escala global y la respuesta a ello debe ser
también global.
Subrayamos intensamente que nuestra Internacional se propone
actuar a favor de las mismas metas a escala global y que consideramos que la
solidaridad obrera internacional es una fuerza poderosa que puede vencer los
crecientes movimientos nacionalistas y autoritarios que dividen a la clase trabajadora
y contribuyen a mantener el poder de las élites.
Ahora, más que nunca, necesitamos organizarnos y luchar!
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Relato do 1º de Maio em Lisboa
Em Lisboa, cerca de 30 pessoas juntaram-se à concentração “Por um 1º de Maio combativo, contra a 'festa' da miséria” convocada pelo Núcleo de Lisboa da AIT-SP. A concentração permaneceu cerca de uma hora na Praça D. Pedro IV (Rossio), tendo depois arrancado em manifestação, ocupando a rua e cortando o trânsito. Esta manifestação não foi comunicada às autoridades.
A manifestação rumou em direcção ao Pingo Doce da Rua 1º de Dezembro. Aqui tentou-se bloquear a entrada da loja em protesto contra o facto de esta cadeia de supermercados obrigar os seus funcionários a trabalharem no dia 1º de Maio, lançando ainda campanhas de promoções com o objectivo claro de depreciar este dia de luta dos trabalhadores. A segurança do supermercado rapidamente encerrou as portas do estabelecimento e chamou a polícia. A continuação do bloqueio das entradas da loja foi impedida pela polícia que afastou os manifestantes com ligeiros empurrões. Foram gritadas frases como “Não negociamos a nossa escravidão, a vida é nossa não é do patrão” ou “Anti-capitalistas”.
A manifestação voltou depois ao Rossio, onde se deu a invasão de uma loja da cadeia McDonald’s, com distribuição de comunicados aos trabalhadores, o chão inundado de panfletos que eram atirados para o ar, e gritos de “Não te rebaixes ao patrão” ou “Trabalhadores unidos jamais serão vencidos”.
De seguida, a manifestação dirigiu-se ao Martim Moniz, continuando-se a gritar palavras de ordem como “Ninguém é ilegal” e “Nazis, fascistas, chegou a vossa hora; os imigrantes ficam e vocês vão embora”. Aqui deu-se por terminado o percurso.
Publicado por AIT-SP Núcleo de Lisboa
1º Maio e Trilha da Memória Libertária : Porto 2014
15.30 h : Bancas libertárias
e canções operárias na Praça General Humberto Delgado em frente à Câmara Municipal do Porto
10.30 h : Trilha da Memória Libertária e do Movimento Operário do Porto ( 1886 - 1979 )
O Porto é conhecido geralmente por grandes tradições liberais mas as suas tradições libertárias -anarquistas, anti hierárquicas - forjadas nos meios operários e populares no ambiente social de entre os anos 80 do século XIX e os anos 20 e 30 do século XX - prolongando-se inclusive na resistência ao facismo salazarista - estão injustamente esquecidas pelas novas gerações...quem sabe por exemplo que sabe por exemplo que entre 1886 e 1933 (ano da fascização e proibição pelo Estado Novo de organizações independentes ) existiram 142 grupos anarquistas no distrito do Porto.
| Ponto de encontro na cadeia da Relação do Porto |
terça-feira, 29 de abril de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
25 de Abril de 2014 .
40 anos depois do 25 de Abril…
ESTÁ AINDA MUITO POR FAZER! (mas a nossa história continua !...)
O 25 de Abril de 1974, com o fim da ditadura fascista
e o renascer da esperança dos trabalhadores e do povo, foi nos meses que se
seguiram e até 25 de Novembro de 1975, aquilo que mais se aproximou de uma
verdadeira revolução social neste país.
ESTÁ AINDA MUITO POR FAZER! (mas a nossa história continua !...)
| Na antiga sede da PIDE / DGS no Porto ... |
O fim da guerra nas ex-colónias, o movimento dos
trabalhadores da cidade e do campo, a ocupação pelos trabalhadores das empresas
e grandes propriedades rurais abandonadas pelo patronato, a sua autogestão
pelos próprios trabalhadores, as ocupações massivas de bairros e prédios vazios
por moradores pobres e sem casa, tudo isto ameaçava os interesses dos
novos patrões “democratas” e da cáfila partidária e estatal que acabou por se
instalar no Poder – até hoje- roubando agora “democraticamente” o povo (
trabalhador@s, desempregad@s, sub-empregad@s e pensionistas, moradores
pobres e sem-abrigo).
Pois!...“25 DE ABRIL
SEMPRE - FASCISMO NUNCA MAIS!”...
…mas CAPITALISMO e MÁFIA POLÍTICA“REPRESENTANTE”também
NÃO!
. RESISTIR aos “cortes”e “VOLTA-ATRÁS” nos DIREITOS CONQUISTADOS…
. Preparar a REVOLUÇÃO SOCIAL (e a organização popular e laboral )
. COMUNISMO LIBERTÁRIO (auto-gestão laboral e auto-governo popular)
…Eis os objectivos ANARCO-SINDICALISTAS de hoje
Muit@s resistentes do passado, de ideais e sonhos
diferentes, sofreram no corpo e na mente a opressão e a brutalidade do
fascismo-salazarista – como de resto dos vários fascismos e autoritarismos que
esmagaram os povos entre os anos 20 e os anos 40 do século 20 – e para os povos
português, espanhol, grego, brasileiro, africano e muitos outros, até
muito mais tarde.
Mas então porque é que hoje, 25 de Abril de 2014, aqui e
agora, será tão importante mantermos viva a memória d@s ANARQUISTAS e
ANARCO-SINDICALISTAS perseguidos, presos , torturados e mortos pelo
fascismo-salazarista- como por outros autoritarismos?... Porque é que a sua
memória continua, em grande parte, a ser BRANQUEADA pelos historiadores do
Poder de todas as cores - ou quando muito continuam a ser hipocritamente
lembrados como anarquistas MORTOS, como algo morto e enterrado e não como
uma ALTERNATIVA VIVA do presente? ! …
Hoje começa a tornar-se mais claro que @s
privilegiad@s “santinh@s”e pretens@s “defensores do povo e da classe
trabalhadora”, que @s profissionais da política e representantes (que tod@s
sempre se cobram bem…e nem fazem descontos ) do alto das cadeiras (e dos
BANCOS…privados ou não) do Estado e dos governos, não são SOLUÇÕES
mas sim parte do problema nas situações graves que afetam TRABALHADORES e
POVO e que afinal estes, se se organizarem autonomamente, sem os controlos de
partidos, sem chefetes e sem burocratas sindicais ou partidários ( em
ASSEMBLEIAS POPULARES funcionando em DEMOCRACIA DIRETA, em COLECTIVOS E GRUPOS
DE ACÇÃO E REFLEXÃO, em INICIATIVAS LABORAIS E POPULARES, coordenadas e
federadas entre si…), são capazes por si própri@s de pôr em causa os
interesses daqueles que os exploram e oprimem, como o fizeram no passado @s da
antiga CGT (Confederação Geral do Trabalho) proibida e perseguida pelo regime
salazarista, reprimida na greve insurreccional de 1934 , e finalmente esmagados
no fim dos anos 40.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




