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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Contratos de Empregabilidade e
Inserção
Eis um novo nome para trabalhos forçados e uma nova forma do
Estado promover a precariedade dentro e fora dele. Contratos que não são de
empregabilidade, porque não te garantem emprego, nem são de inserção, porque
apenas és inserido na escravatura contemporânea.
Esta forma de terrorismo laboral serve para camuflar a
verdadeira estatística do desemprego (tal como os cursos de formação e a
emigração), para fomentar a desregulamentação laboral (tanto em salário, como
em horário, vínculo e direitos), incentiva a desmotivação e a marginalização e
não satisfaz as necessidades das pessoas.
Herdeira do ex-programa ocupacional de emprego (POC), ofende
a dignidade dos trabalhadores chantageados pelo centro de (des)emprego que
desempenham funções permanentes (ilegalmente) em autarquias, instituições
estatais, entidades de “solidariedade” social (IPSS), em áreas como a saúde,
escolas, segurança social (vão agora substituir 700 empregados), centros de
dia, recolha de lixo, etc., e até na ACT (Autoridade para as Condições do
Trabalho). Por vezes são gozados pela entidade empregadora quando lhes dão
expectativas de um contrato, o que é sempre uma farsa e pode criar quebras
emocionais.
É um exército de voluntários à força para diminuir o poder
reivindicativo e para aumentar o lucro não só do capitalismo de mercado, mas
também do Estado.
Há cerca de 100 mil pessoas nesta situação ultrajante e
ignóbil que não têm os mesmos direitos (de contrato, retribuição e protecção a
acidentes/doenças profissionais...) do que outros assalariados com quem
trabalham ombro a ombro, o que vai provocar atritos e divisões, em benefício de
quem os explora a todos (“dividir para reinar”).
Não somos colaboradores, como agora nos chamam, não
colaboramos com esta tortura social, a par com os estágios, as máfias das
E.T.T. (empresas de terrorismo temporário), etc., mas o que podemos fazer além
de denunciar este crime? Propomos que nunca se deixe de lutar quotidianamente,
que nos auto-organizemos por locais ou empresas e usemos as tácticas eficazes
da sabotagem, várias formas de greve (de zelo, por exemplo), solidariedade e
acção directa, que há uma centena de anos atrás levaram à conquista de melhores
condições de trabalho e de vida.
28/01/2015
Publicado por AIT-SP Núcleo de Lisboa
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
NÃO
À DESTRUIÇÃO / PRIVATIZAÇÃO DA SEGURANÇA
SOCIAL!
NÃO
AO DESPEDIMENTO DOS SEUS TRABALHADORES!
Com a intenção de destruir a Segurança Social,
entregando-a a privados ávidos de lucros, os governos atual e anterior fecharam
serviços de atendimento em zonas importantes (por. ex., no Porto o da Rua das
Doze Casas - que tinha sempre bastantes utentes mas de onde o Estado ia
retirando cada vez mais funcionários).
Agora estão a tentar despedir nos serviços da
Segurança Social em todo o país, para já
700 trabalhadores, preparando-se para despedir mais 1200! Ultimamente o clima
diário nos serviços da Segurança Social (ISS) tem sido de tensão e medo, com os
trabalhadores a terem de entregar “curriculum” atualizado e serem chamados às
chefias para realização de entrevista com a finalidade de “racionalizar os efetivos”…
Efetivos esses que, no caso dos assistentes
operacionais, a grande maioria desempenham funções administrativas, pelo que a
reclassificação já deveria ter sido feita como assistentes técnicos.
Se fosse necessária essa “racionalização de
trabalhadores”, então... porquê o recurso constante a centenas de CEIs
(contratos emprego-inserção), de Estagiários, ou de trabalhadores das empresas
de “outsorcing” para desempenhar funções no ISS,IP com carácter permanente,
como se estivessem a ocupar postos de trabalho, para manter o cabal
funcionamento dos Serviços?
Pela parte dos Sindicatos dos trabalhadores
em Funções Públicas e Sociais, além de alguns protestos na rua, uma greve
nacional de 24 horas (4 Dez.), uma intimação judicial contra o presidente do
conselho administrativo do ISS e uma petição de solidariedade, pouco tem sido
feito para JUNTAR os UTENTES – que são quem com os seus descontos e utilização
de serviços justificam a Segurança Social - à luta dos trabalhadores ameaçados
de despedimentos.
E isto aparece agora como uma NECESSIDADE
URGENTE tanto para UTENTES dos Serviços Públicos Sociais (reformados,
desempregados, beneficiários do RSI, etc.) como para os TRABALHADORES da
Segurança Social.
Num passado recente, alguns serviços da
Segurança Social tem sido de Insegurança, dores de cabeça, burocratismo, não
atendimento devido -ou mesmo mau atendimento- para quem necessita dos seus
serviços…
MAS…COM A PRETENDIDA, pelo actual governo, PRIVATIZAÇÃO desses
serviços pelas Instituições Privadas de Solidariedade Social (IPSS) – que são a
“Misericórdia” (a tal das lotarias, totoloto e…da especulação imobiliária), a
Cruz Vermelha, as “Ordens” disto e daquilo, entre outras - a situação da
SEGURANÇA SOCIAL para quem dela necessita
SERÁ MUITO PIOR (que o digam a
maioria dos trabalhadores dessas instituições, com salários e condições de
trabalho miseráveis…) Porque, com o apoio dos seus amigos do Estado e dos
governos, embora se digam “sociais” as direcções dessas IPSS tudo fazem para arrecadar lucros
chorudos para os seus gestores,
funcionando muitas vezes como vulgares empresas capitalistas –
repartindo-os depois com os seus padrinhos políticos no Estado…
O nosso SINDICATO DE OFÍCIOS VÁRIOS (SOV) do Porto
da AIT-SP (Associação Internacional dos Trabalhadores – Secção Portuguesa)
autónomo a qualquer das centrais sindicais existentes (CGTP e UGT), bem como a
quaisquer partidos ou ao Estado, pretende justamente CONTRIBUIR PARA QUE ESSA
UNIÃO ENTRE TRABALHADORES, activos ou desempregados, com os UTENTES dos
serviços públicos e sociais se faça, de forma a que as lutas contra o actual
sistema de miséria, exploração e gatunagem política RESULTEM.
Daí sermos adeptos da ACÇÃO DIRETA LABORAL e
POPULAR e não das “concertações sociais” ou dos arranjinhos políticos
parlamentares, onde quem ganha sempre é quem (se) governa (ou quem quer vir a
governar).
Para divulgar melhor esta ideia, convidamos
todxs quantos estejam preocupados com estas questões a comparecerem próximo SÁBADO,
dia 10 DE JANEIRO, pelas 16 horas, na REUNIÃO ALARGADA DE INFORMAÇÃO na TERRA
VIVA!AES – Rua dos Caldeireiros, 213 – Porto (à Cordoaria).
AIT-SP -Associação
Internacional dxs Trabalhadores/as – Secção Portuguesa
(ORGANIZAÇÃO
ANARCO-SINDICALISTA PORTUGUESA)
mail: < sovaitporto@gmail.com > Telef. (PF) 223324001
domingo, 4 de janeiro de 2015
LUCHAS Y VICTORIAS DE LA AIT EN 2014
Submitted
by Secretariat on Fri, 01/02/2015 - 17:12
El pasado año vio
cómo las Secciones de la AIT organizaban más luchas en centros de trabajo, más
campañas de solidaridad y más protestas sociales que en cualquier otro momento
desde que el movimiento anarcosindicalista fuera diezmado en los años 30 y 40 del
pasado siglo. No podríamos hacer un recuento completo de todas las acciones,
pero el Secretariado de la AIT desea presentar un resumen de las acciones
internacionales y las actividades locales de las Secciones.
Campañas Internacionales de Solidaridad
A primeros de año llevamos a cabo acciones de
solidaridad con el compañero despedido de OHL, una de las empresas que limpia
las calles de Madrid. Los compañeros del Este donde OHL está
presente (Polonia, Eslovaquia y Rusia), tomaron parte en la campaña. El conflicto
terminó con un acuerdo entre la empresa y el empleado despedido.
A principios de marzo, hubo acciones de solidaridad en
13 países contra la práctica de la subcontratación en el Banco de
Santander y por la readmisión del delegado de CNT despedido. Las
Secciones organizaron acciones en Polonia, Argentina, Brasil, Alemania, Reino
Unido, Portugal y Francia y enviaron protestas a otras localizaciones en las
que no había sedes. También participaron compañeros de otros países como
Uruguay y Estados Unidos. Celebramos otra jornada de acción en junio –en total
se organizaron tres días de acciones para esta lucha. Al final, la empresa pagó
el acuerdo alcanzado con el compañero, que ya se había trasladado a otra
ciudad. El acuerdo fue mucho más alto de lo habitual y el compañero cree que se
debió a las acciones. Para mostrar su postura sobre la ayuda mutua, él y su
sindicato decidieron enviar parte del dinero a otros compañeros de la AIT en
lucha.
En marzo también hubo acciones de solidaridad por la
liberación de los petroleros en Las Heras, Argentinas, presos.
Se llevaron a cabo piquetes de solidaridad ante las embajadas de Belgrado,
Varsovia y Oslo y hubo un piquete en Newcastle, donde los compañeros señalaron
como objetivo a HBSC por su complicidad. Después tuvieron lugar piquetes en
España.
En abril varias acciones apoyaron el caso de un
compañero de España contra TNS, la empresa internacional de
encuestas. El compañero fue despedido después de años en la empresa por
intentar hacer algo contra el deterioro de las condiciones de trabajo en la
empresa. ZSP, KRAS, NSF y ASI organizaron acciones. Finalmente, la empresa
reconoció el despido improcedente del compañero y le abonó una compensación
alta.
En mayo y junio, una serie de Secciones enviaron
cartas de protesta en apoyo de las trabajadoras de la ZSP en el Hospital
del Belchatow, que estaban luchando por recuperar sus empleos. Los
compañeros de Eslovaquia también llevaron a cabo un piquete ante la embajada
polaca. Las trabajadoras fueron contratadas de nuevo después de tres meses de
ocupación y acciones.
En junio, algunas Secciones llevaron a cabo acciones
ante la empresa Portinox/Teka, para apoyar la lucha contra el
despido del delegado sindical de la CNT de Granada. Llegó solidaridad desde
Portugal, Polonia, Noruega y Eslovaquia. El compañero fue, posteriormente,
readmitido en su trabajo.
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